line e cá

Ok, já fazem três dias, mas só agora consegui processar o domingo no shopping fazendo programa de mulherzinha com Carol. Foram deliciosas as três horas falando sem parar – sem parar mesmo – de sapatos, lencinhos, casamentos, vestidos, ternos com-gravata ou sem-gravata  (porque nós duas temos namorados que ficam incríveis de terno), tequila, drinks de mulherzinha com tequila, música, chocolate, receitas, filmes de mulherzinha, livros de mulherzinha, café em suas mais variadas formas, viagens e todo e qualquer assunto que pudesse surgir dentro dos parênteses, chaves e colchetes da nossa conversa, como ela mesmo definiu.

Mas a saudade aumentou absurdamente depois que eu cheguei em casa e fui arrumar a bolsa, cheia de bagunça daquela tarde.  E sim, eu preciso dela. Pra virar noites assistindo Sex and the City, pra discutir estampas, pra andar em ritmo de mulherzinha nos corredores do shopping, pra perder tardes com os livros-objetos-de-desejo da Cultura, pra dividir habilidades manuais de caderninhos a origamis, pra tomar drinques cheios de frescuras (sou super curiosa pra ver como Carol fica depois de umas chicaritas), e dançar, e rir. E experimentar todos os cafés possíveis e imagináveis. Todas essas coisas que a gente sonha pra um fim-de-semana perfeito, mas poderiam durar o resto da vida.

e parece que a garçonete do café tem habilidades motoras super parecidas com as nossas, pra a foto ter saído com um foco desses…

(soundtrack: Amy Winehouse – Valerie)

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4 respostas em “line e cá

  1. é, hoje sua caixinha de diálogo está de bom-humor.

    ownn, line, eu preciso de você. Para fazer todas essas coisas, pra ficar em silêncio, pra me entender ou pra discordar de tudo, mas eu preciso.
    tem certeza que vc quer me ver depois de umas chicaritas? (sejá lá o que isso for, descofio que seja algo com tequila) e que a gente super vai tomar lá no mexicano. além de passar mais horas falando sem parar sobre tudo, com direito a muitos colchetes, parenteses e chaves (além dos balõeszinhos imaginários que surgem quendo encontramos algo esquisito e pensamos o mesmo ao mesmo tempo e não precisamos falar, apenas no olhar e começarmos a rir)
    é, eu estou morrendo de saudade.

    ps. a moça que tirou a foto tem sérios problemas motores! pelo menos, é uma das únicas fotos que tenho que meu rosto não está fino.

  2. “Lá fora, amor, uma rosa nasceu, todo mundo sambou, uma estrela caiu
    Eu bem que mostrei sorrindo, pela janela, ah que lindo
    Mas Carolina não viu…
    Carolina, nos seus olhos tristes, guarda tanto amor… lá lá lá.”. Apesar de que pela foto não há tristeza. Mas bah! Chico é Chico, sempre bom citar =). Parece uma pessoa simmpática a Caroll =).

    E o vinho sobe ao cer novamdente, melhor par r por aqui…

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