se eu fosse uma menina sem sono

Ok. Deve ter gente enjoada de ver a listinha do “e se fosse” pelos blogs around. Eu não recebi de ninguém a incumbência de fazer, dada a minha anti-socialidade-blogwôrldica, talvez. Vi no blog de mamãe há uns dias, e Jady fez também. E assim que a inspiração veio, botei o bloco de notas pra funcionar. Então, eis a lista de coisas que eu seria se eu fosse alguma coisa:


Se eu fosse uma hora, seria 5 e pouca da manhã, quando o sol nasce.
Se eu fosse um planeta ou astro, seria uma estrela. elas brilham mesmo depois de não existirem há milhões de anos.
Se eu fosse uma direção, seria pra cima.
Se eu fosse um móvel, seria uma escrivaninha antiga, cheia de gavetas e compartimentos secretos.
Se eu fosse um líquido, seria café. a bebida dos nerds, por acaso.
Se eu fosse um pecado, seria a ira.
Se eu fosse uma pedra, seria um quartzo rosa (tem um no layout do blog).
Se eu fosse uma árvore, seria um ipê-roxo, de preferência no meio de outras árvores verdes e bestas.
Se eu fosse uma fruta, seria uma pitanga bem madurinha.
Se eu fosse uma flor, seria uma violeta. miudinha, mas forte.
Se eu fosse um clima, seria frio, mas não a ponto de prender todo mundo em casa. só friozinho pra deixar as pessoas chiques com chapéus e casacos.
Se eu fosse um instrumento musical, seria uma flauta transversal. difícil até achar a posição certa.
Se eu fosse um elemento, seria mau. just kidding… eu seria a água.
Se eu fosse uma cor, seria primária. vermelho.
Se eu fosse um animal, seria um coaaaaaaaaaaala!! fofo e caro pra manter.
Se eu fosse um som, seria o da chuva. ou o do mar.
Se eu fosse uma música, seria de Chico Buarque.
Se eu fosse um sentimento, seria algum tipo de amor torto e confuso.
Se eu fosse um livro, seria sobre outro mundo.
Se eu fosse uma comida, seria cheia de gordura trans.
Se eu fosse um lugar, seria o ateliê de Cloves em fim de período.
Se eu fosse um gosto, seria o de morango coberto de chocolate meio-amargo.
Se eu fosse um cheiro, seria o de pão de queijo recém-saído-do-forno. ou cheiro de sundown, tanto faz.
Se eu fosse uma palavra, seria implícita. não é qualquer um que entende.
Se eu fosse um verbo, seria imperativo. e rápido.
Se eu fosse um objeto, seria um espelho.
Se eu fosse uma peça de roupa, seria básica, adaptável e indispensável. Provavelmente um sutiã preto milagroso.
Se eu fosse uma expressão, seria um sorriso bem aberto e idiota.
Se eu fosse um filme, seria Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças (o link é de um flog que eu tive num passado distante, e escrevi sobre).
Se eu fosse personagem de desenho animado, seria o Dexter. Neeeerd.
Se eu fosse uma forma, seria uma espiral em proporção áurea.
Se eu fosse um número, seria 7. já falei sobre ele. é elegante, ímpar e cheio de significados.
Se eu fosse uma estação, seria o outono-quase-inverno.
Se eu fosse uma frase, seria um verso. Na verdade dois. De Chico Buarque. “Bambeia, cambaleia, é dura na queda, custa a cair em si. Largou família, bebeu veneno e vai morrer de rir”.

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Wonderbra special series Line Gilmore.

(soundtrack: Chico Buarque – Samba e Amor)

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