Poliana

stranhamente, tudo parece certo. todas as minhas vontades (todos os meus caprichos, eu poderia dizer) são feitas quase em tempo real. Eu tenho (quase) todos os motivos pra estar feliz.

Papai Noel não esqueceu da minha Caloi, e ainda me deu um tocador de música (e video, e fotos, e pen drive) de quebra – um pouquinho atrasado pra o Natal, mas tudo bem. Realizei o sonho de passar o tempo que quisesse na Tok&Stok, babando, e as pranchas de metodologia visual ficaram in the edge of perfection, modéstia (muuuuuito) à parte. Passei o fim de semana comendo bolo e tomando o famoso café com leite de minha vó. Botei os dedinhos pra funcionar no teclado da igreja, aproveitei a companhia dos primos até o último minuto (em detrimento do famigerado trabalho, hohoho), comecei ontem a ir pedalando pra a faculdade, e a sensação é de estar completamente viva. A MTV pega bem aqui em casa, eu teoricamente perdi peso nos lugares certos e até o trabalho desastroso que tive que apresentar segunda não foi tão desastroso assim. Tudo bem que foi terminado em momentos de extremo stress e pressão, porque eu tomei vergonha na cara, e não ia ser such a chicken de faltar a aula só porque não fiz o trabalho. Fiz sim, óoooo! E como diz Karina, Ana Andrade é a crítica construtiva em pessoa, me encheu de idéias mirabolantes porém possíveis. Terminei meus trabalhos de modelagem (fotinhas no fim do post), depois de achar que ia ter que lixar madeira até a morte, e foi a coisa mais gratificante desses últimos dias. Fiquei perdidamente apaixonada pelo bilboquê e pelo jogo-da-velha que vou levar pra casa. E neste exato momento, estou ouvindo meu amor cantar bem no meu ouvido. Sofia, Paty e Nanda, grandes amigas, passaram no vestibular (e uma em primeiro lugar ainda por cima, parabéns Nanda!!), pena que nenhuma perto de mim, mas mesmo assim a alegria vale. Estou prestes a matar aula de ergonomia pra uma tarde de diversão com meus priminhos no Mirabilândia, e nem parece que estou na época da TPM. Pra vocês terem uma idéia, não faltou nem beijo na boca (coisa que já não acontecia há um tempinho), o que, juntamente com todos os outros fatores, deveria caracterizar a felicidade completa. E pra completar, acho que nunca estive tão bonita. Deve ser besteira minha, mas é um dos raros períodos em que não fico naquela paranóia de “não tenho roupa”, nem me sinto horrível depois de um dia inteiro me enchendo de poeira na marcenaria. Só falta a tal pele de pêssego de quem está apaixonada.

É isso. Estar apaixonada (o Ursinho Asmático não conta, foi muito fugaz). É só o que falta… mas nada é perfeito, né? Se fosse, não era vida.

(soundtrack: Chico Buarque – Renata Maria)

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