da terra de todos os santos

Diretamente de Salvador, Line Gilmore encontrou Dona Inspiração. Ou não aguentou muito tempo sem postar (acho que o caso é mais esse).

Não vou contar detalhes da viagem pra cá, porque toda viagem curta e pela Gol é basicamente a mesma coisa. Não conheci ninguém legal, não consegui tirar fotos porque fiquei no corredor – e foi um desperdício aquele gordo na janela, porque o pôr-do-sol visto de cima era simplesmente perfeito – e minha bagagem veio com 2 kg de excesso. Então, sem comentários, por favor.

A estadia aqui está sendo (será redundância demais?) ótima. Vim com o objetivo principal de participar do RêDesign, mas o que mais aproveitei até agora foram os filmes da HBO. Tá, o Rê seria bem mais legal sem essa chuva, que parece o temporal ininterrupto de Cem Anos de Solidão, credo! O tempo chato estragou quase toda a programação do Rê, que incluía passeios fotográficos pela cidade e oficinas ao ar livre. E o fato de não estar no alojamento da Escola de Belas Artes junto com meus coleguinhas agrava um pouco minhas características anti-sociais. Ontem, por exemplo, teve show de Cordel do Fogo Encantado, e eu provavelmente teria ido se estivesse junto com a turma. Tá, não que eu fizesse questããããão, porque nem conheço Cordel direito, mas era a oportunidade perfeita pra socializar e deixar de ser tão outsider. Mas é como eu disse a Sérgio, meu triste coleguinha que não veio de besta que foi de não se decidir a tempo (eu sei que ele está lendo agora, hahaha), Salvador tá bem melhor que o Rê.

Salvador é enormemente cheia de lembranças da última vez em que estive aqui. Foi pra a festa da Rede Bahia, quando mamãe e eu vimos pela primeira vez a edição prontinha, saída do forno, do curta A Menina do Cadarço Desamarrado (tem um pedacinho da história aqui). E a gente andou pra caramba no centro da cidade. E eu estreei meu All Star preto de cano alto, lembrando o tempo todo da música de Nando Reis, e apaixonadamente feliz e boba.Tempo bom…

Tudo bem. Amanhã mamãe chega, junto com o cabo da câmera, tornando possível o descarregamento das fotos. Não são muitas nem estão muito boas, mas eu particularmente adorei aquela dos Rêzinhos pichados no banco da EBA. Provavelmente seria a foto do dia. E a chegada dela deve render muitas ooooutras fotos boas, e risadas, e conversas nonsense (e ainda tem tia Keu pra engrossar a massa, ela que é outra virtuose em conversas nonsense…), e stress na hora de arrumar a mala de última hora. A situação da minha pequena mala de 25 kg, aliás, é extremamente caótica. Deus me ajude… vou ter que arrumar um jeito de levar minhas canecas na bagagem de mão. Alguém sugere alguma coisa?

Bom, vou deixar pra pensar nisso domingo. O dia proibido de pensar ultimamente… É como se desse pra congelar a vida exatamente como ela está, nesse finzinho de férias que dá a sensação de que todo tempo é pouco e deve ser aproveitado. Mas não dá, e eu nem sei se quero. Prefiro só aproveitar, e ouvir um milhão de vezes Flowers in the Window, a música desses dias, que é incrivelmente alegre, otimista e apaixonada. Tinha que ser Travis… é só dar play que toca (achei o máximo esse playerzinho que mamãe descobriu, hihihi!).


A foto da janela também serviria perfeitamente aqui no finalzinho… mas já tô viajando demais. Deixa essa, a última do meu lugar especial que já deixou uma saudade enorme. E deixa eu ir, que amanhã ainda tem Rê.

Photobucket - Video and Image Hosting


(soundtrack: Nando Reis – Nos Seus Olhos)

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