Computador, coisas coladas com durex no computador (basicamente tudo que tenho que fazer nas próximas duas semanas. besteirinha), Jones - meu toy-art particular, esquecido de presente de Curupa. Eu super queria que ele e a Barbie tivessem um relacionamento feliz e duradouro, especialmente agora perto do dia dos namorados, mas ela é de plástico e tem prazo de validade na minha mão =/ - completamente desolado com o tanto de coisas que tenho que fazer nas próximas duas semanas, pixel art no desktop, monitor #2 desligado por causa da tablet, taaaaaablet (recém ganhada linda linda maravilhosa e com mouse wireless ai que chics), caneca-presente-antiquiquíssimo-de-vó melada de café de de manhã cedo *vergonha*, caneca-de-Nescafé-ganhada-da-mãe-na-base-da-chantagem-emocional com canetas que não funcionam mais mas são bonitinhas, garrafinha de coca-cola roubada (não dá pra ver porque Jones tá na frente, mas está lá sim senhor), foto cute-cute de 15 anos atrás com Irmãozinho e um minúsculo pedacinho da bolsa que costurei quando ainda tinha tempo pra isso (preta, no cantinho direito, ó). E João Grandão ali atrás, em motion blur.
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Ok, confesso que arrumei pra a foto, e normalmente não tá tão bonitinho. Mas foi só ontem (dia dessa foto) que vi como tô ficando nerd. By the way, quem é que dizia que o homem é bom, a sociedade é que o corrompe?
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(soundtrack: The Cardigans – No Sleep)
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e comentando a soundtrack (e pessoas, prestem atenção, porque posso estar instituindo uma nova tradição aqui no blog: comentar a música do dia, caso ela mereça ser comentada. Já quis fazer tanto isso e não fiz, não tem momento melhor que agora pra começar, né?): estou tendo um affair delicioso com The Cardigans. Tá, já conhecia os hits mais mais há um tempinho, mas fui descobrir a banda mesmo por causa do Last.fm (saaaanto Last.fm!), e a bola da vez, ou melhor a bolacha da vez é Long Gone Before Daylight (não quer baixar? ouve aqui). O melhor dos melhores de todos os discos da banda eveeeer. É todo cheio de emoção e melodias lindas e tristes – bittersweet é a palavra que define isso melhor do que qualquer outra -, a voz de Nina é macia e gostosa e feminina, tem um instrumental diferente e que enche o ar, um violão meio indie, meio folk, bem calminho, especialmente nessa música, No Sleep, que tem uma letra linda. E tem Communication, que é simplesmente A Música (e que fez Namorado ficar super com medo e se sentindo culpado, só porque mandei ele escutar depois que a gente tinha não se entendido muito bem, e foi aí que eu vi que ela é poderosa). E é pop, easy-listening, o tipo de música que fica na cabeça o dia inteiro se deixar. Super recomendável pra dias de chuva, ou pra aquela sessão de experimentar-todas-as-roupas-do-armário (porque tem umas músicas que super dá pra dançar, tipo Live and Learn), ou sei lá, presta de qualquer jeito. E só meu pequeno comentariozinho sobre a soundtrack do dia foi maior que o post. Adoro isso. E viram que fui super boazinha e coloquei bem muitos links? That’s all folks. Aguardem novas descobertas.
Mensagens com Etiquetas 'working class hero'
mesa de trabalho de Line Gilmore, prazer.
Publicado Junho 11, 2008 Uncategorized 1 CommentTags: bla bla bla, música, working class hero
de costas
Publicado Maio 1, 2008 Uncategorized Leave a CommentTags: enfezadinha, working class hero
Esse é o raio-x da minha coluna lombar. A maior radiografia que já tive que fazer. Eu sempre me achei linda de costas, e continuo achando por dentro. Acho linda essa curvinha pro lado, um charme. É só minha saúde que não gosta muito dela…
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Mas essa foto estranha (e não tão legal pra tirar) veio me lembrar que, ao contrário do que eu quero – e costumo mesmo – acreditar, meus ossos não são de adamantium. E meus anticorpos não são superdotados. E minha energia não é infinita, e não é meio litro de café por dia que vai torná-la assim.
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Eu sempre tive orgulho da minha boa saúde. Nunca fiquei doente durante as aulas, desde que entrei na faculdade. Pifava, sim, mas na semana seguinte, quando já estava segura, em casa, com mamãe me dando dengo e qualquer remédio que eu precisasse. Essa foi a primeira vez, e foi horrível ter que ir embora de uma das aulas mais legais do período porque a dor não me deixava continuar ali numa boa. E pior ainda foi perder o fim de semana tão esperado, e gastá-lo todinho deitada na cama com um livro de auto-ajuda *shame on me* (mas eu estava na casa de minha vó, e vocês já sabem o que acontece por lá). E ainda pior do que isso foi vestir aquela bata super estranha do hospital e tirar até minha correntinha de bailarina, pra fazer o raio-x da coluna. Foi quando senti que a coisa tinha ficado feia demais, e tudo por culpa dessa minha mania de achar que dou conta, que posso tudo, que não tem problema nenhum sacrificar o corpo por um bem maior – mas espera aí, o bem maior não devia ser viver bem? de que adianta terminar 3 cadeiras com média 10 e ganhar um muito bem e um aumento no trabalho pra não poder curtir nada disso de tão exausta?
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Eu não podia ter deixado meu lado workaholic tomar conta de mim tanto assim. Agora tô tendo que ficar de pijama em casa, sentada/deitada numa daquelas almofadas triangulares ortopédicas, em pleno feriado, pra ver se fico boa, e isso depois de já ter passado uma meia-semana muito mais-ou-menos, sem aproveitar as coisas direito por causa do remédio que me deixa devagar como eu nunca achei que fosse capaz.
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É, Linoca, parabéns. Você é humana.
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(soundtrack: Rolling Stones – Time Is On My Side)
home sweet home
Publicado Janeiro 6, 2008 Uncategorized Leave a CommentTags: diário, working class hero
Volteeeeeei Recifeeeee, foi a saudade que me trouxe belo braçooooo…
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Pois é. Voltei e caiu a ficha do tanto de coisa que tem que estar pronta até o final de janeiro. A coisa tá séria, e realmente não sei como vou conseguir terminar tudo a tempo, e ainda dar uma escapadinha pra a formatura de mami. Mas não me arrependo de nenhum segundo que passei tomando banho de mar, ou no cinema, ou me divertindo onde quer que fosse, com quem quer que fosse. Valeu.
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(e nem precisa dizer que vou estar meio fora do ar esses dias, né?)
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(soundtrack: Ella Fitzgerald – Cry Me a River)
working class hero
Publicado Outubro 14, 2007 Uncategorized Leave a CommentTags: working class hero
Amanhã é dia. Vou ganhar uma mesa, um computador e hopefully muito papel pra trabalhar. Vou ter chefe. Vou ganhar crachá. Vou levar alguma foto e algum bichinho engraçado. Vou ter login e senha do sistema do trabalho. Vou almoçar com o pessoal do trabalho. Vou lanchar barrinhas de cereal e coca-cola no trabalho, e tomar café da máquina de expresso do trabalho (oba!). E isso tudo soa tão adulto.
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É, consegui aquele estágio. Depois de ter atrasado em uma semana o envio do meu portfolio, e de me perder no dia da 1ª entrevista, e fazer o outro estagiário ir até o fim do mundo me encontrar. E depois de a primeira coisa que disse à minha futura (agora atual) chefe ter sido “eu também adoro café”. Eles deviam estar desesperados mesmo por alguém.
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Me desejem sorte. Não só pra eu me dar bem com o trabalho e com todo mundo, mas principalmente pra eu não virar uma pessoa sensata, responsável, previsível, adulta e normal. Eu sabia que não corria esse risco quando entrei na faculdade, mas trabalhar (uau!) é outra coisa. Torçam pra eu continuar dando risada de besteira e contando piadas idiotas, pra eu continuar almoçando porcaria, pra eu continuar andando de bicicleta, pra eu continuar sem saber lidar com garotos – e continuar chamando eles de garotos -, pra eu continuar sujando as unhas de tinta, pra eu continuar usando havaianas e presilhinhas de borboleta no cabelo. Pra eu continuar sendo Linoca, cara de pipoca. Porque eu gosto demais dela, do jeito que ela é neste exato momento.
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