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as time goes by

Assisti ontem, com Namorado, O Curioso Caso de Benjamin Button, e achei incrível, mas não surpreendente, terem saído umas lágrimazinhas tímidas dos meus olhos no final, na última cena, que foi quando… não, eu não vou contar o final, relaxem (mas contém spoilers involuntários, aviso logo).

Foram quase três horas de filme, contando a história de Benjamin, um bebê que nasce velho, à beira da morte, e fica mais jovem à medida que o tempo passa, mas isso todo mundo já sabe, que esse é um dos top filmes mais comentados por aí. Como também se sabe que, em algum momento da história, ele se apaixona por Daisy (Cate Blanchett, linda maravilhosa incríiiiiiiivel, já substituí oficialmente Nicole Kidman por Cate no meu posto de atriz preferida, Nicole tem feito muita plástica muito filme ruim ultimamente, tá difícil até lembrar que era ela, toda diva, em Moulin Rouge) e os dois vivem o impasse de não ter todo o tempo do mundo pra serem felizes juntos, porque enquanto Daisy envelhece – super elegantemente bem -, Benjamin fica cada vez mais jovem – super mega deliciosamente bem, já que é Brad Pitt, néam.

Uma das minhas maiores curiosidades em ver o filme era o tratamento de make-up e efeitos que a produção ia dar em Brad e Cate, já que o filme não tinha fases distintas, era uma história corrida, então seriam, sei lá, 20 Benjamins diferentes ao longo do filme. E me surpreendi. Ficou tudo tão natural e bem feito (a anos-luz de distância da maquiagem-de-novela-mexicana de Amor nos Tempos do Cólera, conseguiram fazer Cate ir dos 15 aos 80 anos com uma delicadeza incrível, e eu não duvido que Brad fique parecido com sua versão “vovô” do filme quando estiver mais velho) que eu quase estava acreditando de verdade na história. O filme absorve a gente, sabe. Afinal, são quase três horas. Devo dizer que não é tão legal assim ver um filme longo desses no cinema. Meus joelhos doíam por não poder esticar, a gente não encontrava mais posição pra ficar juntinho e curtir o filme, porque chegava a dar cãimbra nos braços. Filmes assim são bons de assistir largada no sofá, com a chance de pegar uma coca na geladeira a qualquer momento, e sem aquele frio todo da sala de cinema. Mas bem, tirando a parte do desconforto, Benjamin Button (preguiça de escrever o nome todo) é perfeito. É legal como o filme vai ficando mais leve, mais jovem, que nem o personagem principal. Adorei os anos 60, especialmente a cena de Brad no barco, de óculos de sol e cabelos ao vento, num corte de tempo em que aparece bem mais jovem do que na cena anterior, aaaaaai delícia. Pessoas que não vão com a cara de Brad, me desculpem, mas o cara é absurdamente lindo, ainda mais com as roupas certas. Acho que Namorado não percebeu os suspiros.

O filme me encantou desde a primeira cena, a da história do relógio que contava o tempo pra trás, até a última, com o mesmo relógio. E além de Brad e Cate, outros personagens únicos deram vida à história (o velhinho atingido pelos raios conseguia arrancar risadas do público nas horas mais improváveis, e nessas horas eu achei legal estar numa sala de cinema cheia), e eu me peguei sentindo o filme de uma maneira que não acontecia desde Ensaio Sobre a Cegueira. A história começa meio tragicômica e vai ficando cada vez mais cativante. E apesar de saber que o fim de Benjamin não ia ser dos melhores (imagine uma criança de 80 anos, que coisa confusa), eu torcia por ele. Acho que o que mais me tocou no filme foi isso. A idéia da inevitável passagem do tempo, tanto pra frente quanto pra trás, e como isso é triste – logo no começo do filme, alguém diz a Benjamin que por causa de suas “circunstâncias extraordinárias”, ele está condenado a ver morrer todas as pessoas que ama -, e como a gente tem que aproveitar direito o tempo que tem, o máximo dele. E como existem pessoas que ficam, mesmo passado todo o tempo do mundo.

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(soundtrack: Jeff Buckley – Hallelujah)

rapidinhas

(ou eram pra ser rapidinhas, mas eu tenho essa mania de ser prolixa… na verdade tá mais pra “pensamentos aleatórios enquanto eu devia estar escrevendo meu artigo”)

*B, acho que tudo que eu sempre quis, que eu sempre precisei, foi de alguém que me entendesse (e entrasse na viagem junto comigo) quando eu começo a falar inglês. Ah, ainda pra você: sabe um jeito que você tem de olhar pra mim, ficar uns 2 segundos imóvel e depois sorrir? É genético. Vi seu pai fazer igualzinho com sua mãe. Achei fofo. Aliás, se você ficar igualzinho a seu pai, e ainda for meu até lá, vou ter muita sorte.

e pronto, pára por aqui. Não quero ninguém com diabetes.

*Hoje eu estava realmente estilosa. Eu acho, né. Bem, pra minha chefe me elogiar, dizer que eu tava bonita, que aquela roupa caiu muito bem, tinha que tá, né. Ela não diz esse tipo de coisa à tôa. E realmente, o conjunto coletinho+gladiadora+calça reta+lencinho de amarrar na cintura que virou cachecol/gravatinha/whatever, só sei que ficou bem no meu pescoço funcionou bem. Aí por um momento eu pensei em fazer uma parada tipo o Hoje Vou Assim, mas 0,8 segundo depois desisti, que essas coisas de fazer uma coisa todo dia, sem ninguém me pagando nada a mais por isso, não funciona comigo. E o que ia acontecer, por exemplo, num bad hair day? ou nos dias de aula na oficina de tipografia, que obrigatoriamente tem que ser short + camiseta?

*Tô acabando de crer que sushi engorda. pensa aí, aquela quantidade absurda de arroz inchando no seu estômago… sem falar nas variações empanadas, que são o maior perigo, porque você super se ilude que tá comendo peixe com molho de soja, mas aaaaah tem algo de frito e completamente not-healthy naquele carioca.

*Terminar um artigo científico deve ser incrivelmente bom. Dizer que tá quase pronto e mandar pra revisão já foi um peso que saiu das minhas costas, imagina quando estiver nos trinques. Imagina quando ele for aceito, e eu tiver que ir pra Bauru apresentar o trabalho – peloamordedeus Bauru??? Esse povo de computação não tem a menor criatividade pra escolher locais de congresso, porque podia muito bem ser, tipo, em Gramado, em Londrina, no Rio, em NY…

*Preciso baixar alguma série pra assistir no horário do horário político (e o mais genial de tudo é eu pensar nisso faltando menos de um mês pra a palhaçada acabar).

*Descobri o indexed. Deu vontade de colocar minha vida em gráficos. Neeeerd.

Tô viciada no Google Reader. Gente, é muito perigoso isso. Quase caso pra internação. Comecei adicionando os blogs de amigos, pra não ter que ficar checando se estavam up to date, e aí um indicava outro, que indicava outro, e de repente eu descobri que o Google te recomenda blogs por conta própria (scaaaaary)!! E aí teve uma hora que eu não suportei ver zero páginas atualizadas, e fui procurar mais. E viciei em procurar mais, simplesmente porque tem tanta coisa legal na internet pra ver. E nessa brincadeira, já são quase 80 sites e blogs, na maioria blogs, e o Reader é praticamente meu café da manhã. E todas as outras refeições e variáveis – éeee, porque hoje eu estava o dia todo no estágio, e em vez de sair pra almoçar, pedi comida (!!!), porque tinha esse blog pra ler até o começo. Por favor, alguém me leva pra andar na praia.

*Preciso de um microondas. ou será que sou só eu que consigo queimar pipoca desastrosamente toda vez que invento de fazer? Poxa, eu adoro pipoca, e não como há um século por causa de uma inaptidão genética, não é justo. Hoje mesmo, tava super querendo comer pipoca, mas não tive coragem de fazer e defumar o apartamento inteiro. Comi biscoito folhado com requeijão. Deprimente.

*Tenho que escrever sobre Ensaio Sobre a Cegueira. Não cabe aqui, precisa de um post inteiro. Só adianto que vale a pena ver, se você não for mulherzinha demais pra isso. Me deu uma agonia nas pernas de tanta tensão (isso eu já tendo lido o livro antes, vale salientar). Me fez quase querer vomitar. Me fez quase chorar. E me fez sorrir também, porque tem umas cenas que são de uma ternura incrível. E eu levantei da cadeira do cinema tropeçando que nem os cegos do filme.

*Eu nem devia estar dizendo isso aqui, porque é auto-sabotagem. Maaaaas a verdade é que super bisbilhotei as fotos de Namorado, quando estava passando umas coisas do celular dele pro pc. Não, eu não estava procurando (nem achei) nada suspeito ou que pudesse causar problemas. Só fiquei feliz de estar lá também, e de lembrar de Zé com a toalha na cabeça quase tudo.

E achei isso ^^. um domingo desses no mexicano que eu gosto.

(soundtrack: Dorival Caymmi – Acalanto)

perto demais.

Daí eu inventei de assistir Closer, num dia em que dava pra matar alguém só com aquele olhar fulminante de “a culpa é sua”.

O filme é um dos meus favoritos, justamente porque me traz de volta à realidade de que todo mundo adora uma boa mentira, como Alice diz em determinado momento. Ninguém suporta a verdade o tempo todo, ainda mais em seu modo mais cruel e cortante. Closer, que poderia muito bem ser uma história de amor bobinha sobre dois casais que vivem se trocando mas no final se entendem, abstrai as cenas gratuitas, o cotidiano açucarado que todo mundo gosta de ver, e mostra só aqueles momentos em que as coisas mudam e doem. Quando as pessoas falam a verdade. Quando as traições são confessadas sem pedidos de desculpas, quando a dor mais guardada lá no fundo vem à tona. Quando um dos dois vai embora.

E a gente torce tanto pra eles darem certo. Não importa quem com quem, porque em determinado momento, todos amam, todos são o sexo frágil, todos precisam do outro, do que está indo embora. E é aí que se vê que nada no mundo é absoluto, nem o amor que a gente pensa e quer que seja pra sempre. Eu fiquei imaginando o que seria do desfecho do filme se ninguém dissesse a verdade, se Dan, Alice, Anna e Larry agissem como pessoas normais e simplesmente mentissem, pra o bem da relação. Mas aí tem aquele momento em que você não aguenta mais, que mentir pra agradar o outro é anular a si próprio, que não dá mais pra se importar com sentimentos alheios, que isso sufoca demais.

Closer começa com amor à primeira vista, termina com… não, eu não vou dizer como termina. Nem sei direito na verdade. Só não termina em beijo. Começa e termina com a mesma música. Incomoda. Deixa um nó na garganta, uma vontade de chorar, um medo estranho de dizer a verdade, mas ao mesmo tempo a vontade de jogar em cima do outro toda a culpa de tudo, todas as mínimas coisinhas que, a seu ver, ele fez pra que seu amor acabasse. A verdade, enfim. Ou de se encolher dentro do outro e esperar que fique tudo bem.

Dan: And you left him, just like that?
Alice: It’s the only way to leave. “I don’t love you anymore. Goodbye.”
Dan: Supposing you do still love them?
Alice: You don’t leave.

(soundtrack: Damien Rice – The Blower’s Daughter)

obviously, you’ve never been a 13 year-old girl.

Minha primeira memória de As Virgens Suicidas é de muito tempo atrás. Passava o tempo todo na HBO, e o engraçado é que eu sempre via na grade de programação, mas nunca via passar. Eu achava o título bizarro, e que era um filme de terror ou algo assim. Eu era criança.

Aí, em 2007, quando Maria Antonieta era A-Estréia-do-Ano, e só se falava em Sofia Copolla, todas as resenhas e críticas que eu lia faziam alguma referência às virgens suicidas, não só porque a estrela era a mesma (Kirsten Dunst, linda!), mas por causa do tema recorrente nos filmes de Sofia, que é o sentimento de solidão das pessoas incompreendidas pelo resto do mundo – coisa que super pode virar clichê nas mãos de qualquer um, mas não sob o olhar sensível de Sofia. Fiquei morrendo de vontade e curiosidade de assistir As Virgens Suicidas, até porque diziam que era incrível, mas as locadoras não tinham, e a febre de Sofia Copolla passou quando o mundo descobriu que Maria Antonieta não era tão bom assim. Eu achei visualmente lindo e exuberante, e a trilha sonora é fantástica (é incrível o timing perfeito de Sofia,pra fazer as músicas dizerem mais do que a gente é acostumado a escutar), apesar de o filme ficar chato do meio pro fim, e todo mundo saber como termina.

Aí, numa madrugada dessas de esquecer a televisão ligada, eu acordei bem antes da hora, e estava passando na globo (é incrível como eles só passam os filmes bons de madrugada, eu realmente não sei qual é a estratégia desse povo), e tive que assistir, meio dormindo meio acordada, e sem as lentes de contato, uns 15 minutos pra descobrir que filme era. Pela hora, dava pra saber que já estava do meio pro fim. E eu sou totalmente contra estragar um filme assistindo o fim antes do começo – odeio pegar filme pelo meio – , mas fiquei hipnotizada com o climinha triste e o resto da história que estava sendo contada. Corri pra baixar na internet, e demorou. Muito. Não é que nem baixar, sei lá, Batman, que todo mundo tem ou vai ter, e é figurinha fácil em qualquer torrent. As Virgens Suicidas é de 99, e acho que mesmo na época não chegou nem perto de ser um blockbuster. Anyway, o filme demorou tanto pra baixar que eu me esqueci dele. Acabou indo parar em alguma pasta obscura que não olho nunca. Encontrei ontem, numa daquelas operações arruma-espaço-no-pc.

É lindo. Dá pra ver que foi bem experimental (o primeiro filme de Sofia), apesar de extremamente bem feito. Adoro filmes com narrador e explicações paralelas, e esse tem. E senti, com a trilha sonora – belíssima -, a mesma coisa de Maria Antonieta. sem falar que as músicas são rocks e baladinhas deliciosas dos anos 70, que é quando se passa a história. E é clarinho, stonewashed, calmo, que nem a moda hippie daquele tempo. E leve, tão leve, ao contrário do tema que aborda. As Virgens Suicidas, ao contrário do que eu pensava quando era pequena, é um filme delicado, feminino, inteligente e cheio de sentimento. E triste, muito. Me arrependi de ter demorado tanto a descobrir, mas vai ver foi no tempo certo, que com 13 anos eu não ia entender mesmo (e quem já assistiu acabou de perceber a ironia, né? Cecilia com o psiquiatra, no comecinho do filme). Adoro quando um filme consegue me emocionar, coisa meio difícil ultimamente. ok, teve Batman, que é O-Filme-Do-Ano até agora, mas Batman é outro nível. Falo desses filmes melancólicos e cheios de significados, que deixam uma sensação de “sei lá” no final. Com reticências. E agora vocês me dão licença que vou atrás da trilha sonora.

E pra quem ficou curioso, dá uma olhadinha no trailer =)

(soundtrack: Heart – Magic Man)

de filme

só pra atualizar isso aqui (ai que horrooooooooor eu falando isso! parece aquelas menininhas de fotolog que não tem nada interessante a ser dito e colocam fotinha de biquinho, saaaaaai desse corpo que não te pertece!!!)

Pronto. Passou o chilique. Mas enfim, vi isso no blog de e resolvi fazer também. É só escrever um post com uma citação que te marcou, retirada de um filme, indicando a personagem, o filme e um poster.

Então lá vai, meu filme é Batman, e a frase é do finado Coringa Heath Ledger: “whyyyy sooooo seeeerious?”

É não, tô zoando. Não resisti. Porque Batman é o máximo (tá, é filme-de-menino e blockbuster, mas e daí, gostei meeerrrmo e daí? A maquiagem do Coringa tava perfeita, me deu até arrepios, fora o fato de ver um cara recém-morto-em-circunstâncias-suspeitas no papel de vilão mais assustador de todos os filmes que já vi num passado recente, acho que só perde pra Scar do Rei Leão) e tá super fresquinho na cabeça.

Mas vamos voltar ao assunto-mor. Não é segredo pra ninguém que Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças é um dos meus filmes. Tenho históricos sentimentais com ele, assisti zilhões de vezes e praticamente sei as falas decoradas. E a que vai pro meme não é nem uma fala, é um diálogo entre Joel e Clementine. aliás, praticamente o filme todo são eles dois em diálogo, e é difícil escolher qual é o mais bonito.

Anyway, lá vai. É bem o finalzinho do filme, as últimas falas. E a sensação de que não acaba de verdade é deliciosa.

Joel: I can’t see anything that I don’t like about you.
Clementine: But you will! But you will. You know, you will think of things. And I’ll get bored with you and feel trapped because that’s what happens with me.
Joel: Okay.
Clementine: [pauses] Okay.

(soundtrack: Jon Brion – String That Tie to You)

Pequenos nis totalmente desconexos # 67105498

Quando muita coisa acontece e eu não consigo organizar tudo num texto só, o resultado é o seguinte:

Terminei de ler A Menina que Roubava Livros. Esse é um daqueles livros que a gente fica guardando, lendo aos pouquinhos, pra não acabar logo. Demorei uma semana pra tomar coragem e ler as últimas 20 páginas. É lindo, triste e cheio de poesia. E acho que vai demorar pra eu ter nas mãos um romance que chegue no nível desse.

Assisti Juno essa semana. E a única coisa que consegue descrever o filme direito é isso: ^^. Muito fofo. A trilha sonora é uma delícia (já disse que adoro Belle and Sebastian, né? Pronto, é toda mais ou menos nesse estilo), e miacabei com o uniforme de corrida de Bleeker, e o vocabulário de Juno, e o humor inteligente, e o jeito como Namorado ficava carinhoso, assim do nada. Foi o primeiro filme-de-mulherzinha que a gente viu junto, e não contem pra ninguém, mas tenho certeza que ele gostou.

Começaram as aulas. Mais precisamente 2 horas de aula em uma semana. É, duas, não 20. Porque esse pessoal que faz design é tãaaaao relax que ninguém se dá ao trabalho de aparecer pra assistir (ou dar) aula na primeira semana. Só esta que vos fala. E sei que não é normal reclamar de não ter aula – e pra mim foi até bom, porque eu tinha outras coisas pra fazer nos horários – mas realmente não gostei. Me senti profundamente enganada, porque escolhi disciplinas tãaao legais e estava louca pra começar. Aliás, pensando bem, estou ainda, né, já que não começou…

Descobri um blog. Da mesma dona do Para Francisco. Ela é mignon, cheia de tatuagens e entende muito de moda. E todos os dias tira fotos da roupa com que vai pro trabalho (aliás, o trabalho dela é super legal também, pra ela poder vestir essas roupas cool) e publica no Hoje Vou Assim. E eu super quis fazer a mesma coisa, mas adivinha só, eu não tenho tanta roupa assim pra fazer o blog ser interessante, e em mais ou menos um mês ou dois, a coisa ia perder a graça. Um dia, quando eu ganhar bem muito dinheiro e for uma mega dizáine de sucesso, mato a vontade.

E por último, ganhei um selo da Intense:

É o primeiro que este humilde blog recebe, e sinceramente, não sei se sou muito dessas coisas, e por isso não vou passar pra frente, porque não tenho tantos contatos assim. Mentira, porque tenho muitos amigos blogueiros legais e não quero excluir nenhum deles. Mentira, é porque estou com preguiça de linkar. Mas gostei, viu Intense? Brigada =D
.
(soundtrack: Cat Power – Sea of Love (da trilha de Juno))