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(more) random thoughts

* a faculdade está um saaaaaaco ultimamente. Pra não dizer que está tudo uma grande porcaria, tem uma cadeira legal, a de tipografia. O engraçado é que a cada período eu penso “wow, como isso é fantástico/genial/fascinante, vou me especializar nessa área!”. Então, a da vez é tipografia, e já declarei meu amor por Garamond, já sei os nomes de todas as frescurinhas que as letras têm, e já até tenho a listinha de must-have books. E já desenho o B de Bodoni (ou é B de B., aí eu realmente não sei) no caderno. Bonitinho.

* e falando em B., me peguei esses dias pensando uma coisa totalmente nonsense sobre: ele não me deu tempo de imaginar como ficariam nossos nomes juntos, como aconteceu com outros garotos por quem eu perdia tempo me apaixonando e não tendo coragem de fazer nada a respeito. Quando fui ver, já éramos nós dois. Juntos. Simples assim. Trissílabos e paroxítonos. E com letras que não se repetem de um pro outro. E provavelmente vizinhos na lista de chamada da escola, se fôssemos da mesma escola, e se não tivesse uma Amanda no meio. Só pra dar a meus ilustres 5 leitores uma leve noção do meu nível de raciocínio lógico.

*quando o disco (ou melhor, os discos) da vez são os red and Blue dos Beatles e eu saio de casa vestindo azul e vermelho (tipos azul 255 e vermelho 255 meeeesmo – pra quem ficou boiando, abre o Photoshop e vai brincar com as barrinhas das cores), isso é coincidência ou o inconsciente falando mais alto? Ou o final dos tempos? Ou destino? Ou falta de camisetas limpas?

*é incrível como minha qualidade de vida melhorou sensivelmente desde que mudei o toque do celular pra Here Comes The Sun (versão do Abbey Road). É um tiquinho a mais de felicidade toda vez que alguém liga pra mim. Até atendo com mais bom humor. O único problema é a vontade de deixar tocando mais, pra ouvir George começar a cantar.

*sim, estou de bom humor, apesar do tempo livre ser maior do que eu gostaria, e da sensação de estar deixando escapar alguma coisa. Meu cabelo acordou bonitinho, acho que foi isso.

(soundtrack: Thedo – At Last)

getting better

Eles escreveram pra mim:

Dear Prudence, won’t you come out to play?
Dear Prudence, greet the brand new day

The sun is up, the sky is blue
It’s beautiful and so are you

Dear Prudence won’t you come out to play?

Dear Prudence, open up your eyes

Dear Prudence, see the sunny skies

The wind is low, the birds will sing

That you are part of everything
Dear Prudence won’t you open up your eyes?

Dear Prudence, let me see you smile

Dear Prudence, like a little child

The clouds will be a daisy chain

So let me see you smile again

Dear Prudence, won’t you let me see you smile?

(Beatles – Dear Prudence)

E ontem, Namorado me pediu um sorriso, e só me lembrei dessa música. É estranho, mas com ela, o mundo parece realmente ser mais bonito e valer à pena.

e o sorriso veio.


E como diria Jady, no mais…

cortei o cabelo. É. Eu sou pequena, e cabelo grande não combina comigo. Gostei, apesar de ainda estar achando um pouco estranho.
conheci o Aju. E a história merece um post inteiro, no maior estilo história pra contar pros netos.
assisti Across the Universe. Que acabou de desbancar Moulin Rouge do posto de musical preferido de Line Gilmore. Os arranjos são incríveis, Jude é deliciosamente inglês, e eu nunca tinha pensado em strawberry fields daquela maneira. Teve gente que odiou, que disse que estragaram as músicas, que usaram efeitos especiais demais, mas gente! é um musical, qual seria a graça de um musical sem músicas clássicas completamente remodeladas e exagero em todo o resto? Fora que o ano do filme é 1968, então (quase) todo o photoshop – ou o que quer que seja que eles usam – foi merecido.
descobri um blog suuuuuperlegal: Favoritos. É basicamente um blog de link pra outros blogs e sites interessantes, e é aí que está a graça. Eu só queria ter tempo pra ir fuçar tudinho, mas achei um step-by-step pra aumentar a produtividade no trabalho (e na vida e em tudo o mais) que me aconselhou a evitar as distrações, então o Favoritos vai ser mais um de meus pequenos prazeres culpados.
quase vi a Cris no Globo Repórter. Se alguém tiver vídeo ou link pra a matéria com ela, manda pra mim, faz favou?
tive uma surpresa boa: Lídia veio passar uma semana aquei em Recife, por causa da louca que deu nas companhias aéreas e só eu não soube. E a gente teve uma noite que nem aquelas das férias de fim de ano, de fofocas e conversas de mulherzinha. Deu saudade.
meu inferno astral está chegando ao fim. Sério, eu não aguentava mais, afe! Em umas 3 semanas fiquei sem tv, perdi minha carteira com TUDO dentro (e ainda estou sem muita coisa, o que é um enorme atraso pra minha vidinha ocupada), passei uns dias trash sem ter tempo nem pra almoçar com Namorado, fiquei deprê e com vontade de dormir até o dia que a vida voltasse a ser cor-de-rosa, o que é basicamente nunca. Mas sobrevivi, e as coisas estão voltando pro lugar.
Por causa do incidente com a carteira, fui essa semana tirar minha identidade. De novo. Todo aquele processo de tirar foto 3×4, pegar fila, assinar 2049869358 vezes em
2049869358 papéis diferentes, melar os dedos de tinta, nossa! Super me senti sendo fichada na polícia. A foto, by the way, ficou medonha.

E vão desculpando a bagunça das idéias, mas acreditem: dentro da minha cabeça ainda está um pouquinho pior.

(soundtrack: Beatles – Dear Prudence)

Beatles e vida pregressa

Ultimamente, me bateu um surto de baixar músicas do Barão Vermelho. Eu tenho isso de vez em quando, me empolgo com uma banda, escuto exaustivamente, e depois enjôo, deixo as musiquinhas lá, esquecidas numa pasta. Pois então, nunca escutei muito Barão Vermelho, só conhecia aquelas músicas que já estão no subconsciente dos brasileiros da geração pós-Cazuza. Mas depois que vi uns flashes do show deles no morro da Urca, achei o som gostosinho e resolvi procurar mais. Percebi uma coisa: eles têm uma enorme influência dos Beatles. Aí pensei: por que será que gostei assim de Barão vermelho? E por que Franz Ferdinand é legal? E por que o som de Oasis me envolve tanto? E por que gosto de Weezer? E por que será que eu curto tanto essas bandinhas inglesas/escocesas/irlandesas?

Rrrrrrrrrespóoosta! Tem dedinho dos garotos de Liverpool nessa história toda, mesmo sem eles saberem. De vez em quando me pergunto se algum dia eles souberam que seriem tão importantes na música do mundo todo, e o que Lennon ia achar de milhões de jovens que nunca nem escutaram um vinil usando oclinhos redondos e camisetas com a foto dele, e cantando All You Need Is Love. Ou dos milhaaaaares de covers (falando nisso, sabiam que Sérgio Britto, do Barão Vermelho, tem sua própria banda cover dos Fab Four? Pois é pois é pois éeee, Os Britos, que tal?). Não vou dizer que sou fã de carteirinha, porque não conheço todas as músicas, nem escutei todos os álbuns – na verdade defendo a teoria que diz que nenhum álbum é bom 100%, portanto vale mais à pena garimpar as músicas uma por uma, que é bem mais divertido e demora mais pra enjoar – , mas reconheço um verso deles de longe, percebo quando uma banda se inspira no nas coisas que eles inventaram, e na verdade isso é bem engraçado, porque tem gente que abre o bocão pra dizer que tomou como referência os Beatles só pra parecer cult. Tenho mesmo um fascínio por essas músicas que foram feitas 40 anos atrás e continuam sendo boas de escutar, cantar junto e dançar (é. Incrivelmente, eu tenho vontade de dançar). E são antológicas, e todo mundo conhece, um pouquinho de nada que seja. Quase fui ao delírio quando escutei riffs de Here Comes The Sun numa versão de Quando o Sol Bater na Janela do Teu Quarto que o Barão Vermelho gravou. Genial. Fiquei com vontade de sair perguntando pra todo mundo se alguém percebeu isso. Se algum dia meu projeto de ter uma banda de rock se concretizar (está no mesmo pé do projeto de aprender dança de salão e de tirar carteira de motorista), vai ser uma sucessão de tributos bem-humorados aos Fab Four, porque eles são os caras. Cheers to them! \o/ h, by the way, meu aniversário tá chegando, e um presente interessantíssimo seria a Antologia dos Beatles, que aí eu virava fã de verdade. Ou uma camiseta. Ou uns oclinhos redondos…

Falando nisso (não tem nada a ver), não é segredo por aqui que eu adoro listinhas. Já estava sentindo falta de escrever em tópicos quando, por coincidência, vi uma coisa no blog da Camila (mais recente visitante deste humilde espaço). Era uma lista de 101 coisas aleatórias sobre ela, e eu adorei a idéia. Mas como sou muito influenciável, e como acabei descobrindo muitas coisas aleatórias em comum, resolvi fazer diferente. Então here, ladies and gentlemen, a pequena listinha de 101 coisas aleatórias que eu já fiz:


1. já vi o sol nascer, e já o vi se pôr, completamente boba com a beleza dos espetáculos.
2. já me roubaram um beijo.
3. já fiquei me olhando no espelho com as roupas e as maquiagens de minha mãe.
4. já fiz trabalhos de escola divertidíssimos.
5. já passei pesca pra a turma inteira pelo celular, numa operação conjunta de muita audácia do meu querido 2º ano.
6. já quis ser bailarina.
7. já quis ser mãe de 40 filhos.
8. já li Capricho escondido, e fiz os testezinhos “pra saber se ele gosta de mim”.
9. já guardei (ainda guardo) nas minhas agendas muitas coisinhas inúteis.
10. já chorei de saudade, de nervoso, de felicidade, de medo, de tristeza profunda.
11. já tive inveja.
12. já quis usar aparelho.
13. já acompanhei uma novela inteira.
14. já acreditei em amor à primeira vista.
15. já brinquei de ser todas as princesas da Disney.
16. já roubei jogando Banco Imobiliário.
17. já olhei pelo buraco da fechadura.
18. já me surpreendi com coisas que escrevo.
19. já dormi com minhas lentes de contato, e acordei morrendo de medo de ter ficado cega por essa inconsequência.
20. já fui CDF. quer dizer, já fui mais CDF…
21. já roí unha.
22. já tive chiclete grudado no cabelo, e logicamente, cortei o cabelo sozinha pra consertar o estrago.
23. já me entreguei de braços abertos a muitos banhos de chuva voltando pra casa.
24. já apareci na televisão.
25. já tive certeza de estar fazendo a coisa certa.
26. já tive certeza de estar fazendo a coisa errada.
27. já vomitei em cima de minha mãe.
28. já passei raiva com filme ruim no cinema. E pior ainda: com filme dublado no cinema.
29. já briguei com pessoas que amo muito, e na maioria das vezes, a culpa era minha.
30. já brinquei de pular elástico.
31. já tive piolho.
32. já fiz listinhas de nomes pra os filhos que vou ter um dia (não 40, pelo amor de Deus!).
33. já esqueci recados importantíssimos.
34. já toquei o hino nacional pra uma platéia enorme.
35. já tive (muitas) despedidas tristes.
36. já tive que decidir sozinha o que fazer da vida.
37. já tentei dirigir.
38. já me achei a pessoa mais perversa da face da terra.
39. já imaginei meu casamento com umas 3 pessoas diferentes.
40. já fiquei sem dormir de felicidade, de tristeza, de ansiedade pelo outro dia, de simples insônia, terminando trabalhos da faculade e tendo conversas agradáveis.
41. já participei de guerras de giz e bolinhas de papel.
42. já quis que o dia não terminasse.
43. já quis que o dia nem começasse.
44. já fui fã de Sandy e Junior (me matem depois dessa).
45. já levei (muitas) quedas na frente de todo mundo.
46. já quis ter nascido em outra família.
47. já tive ataques de riso na hora errada.
48. já tentei tirar foto da lua cheia.
49. já escrevi coisas que não mostro a ninguém.
50. já fiz gol contra.
51. já pensei que ia passar logo, e já pensei que não ia passar nunca.
52. já me jogaram na piscina.
53. já treinei beijo no espelho.
54. já deixei a raiva tomar conta de mim, só pra não sentir mais aquele amor imenso e torturante por alguém.
55. já decorei as falas de um filme inteiro.
56. já errei de janela no msn.
57. já me fantasiei de oncinha pra uma peça de escola.
58. já me vesti de anjo pra uma peça na igreja.
59. já assinei chamada pros outros, e já assinaram chamada pra mim.
60. já li um livro inteiro no sofá branco da Livraria Cultura.
61. já acordei com o rosto todo melado de pasta de dente, e obviamente fui me vingar depois.
62. já me senti totalmente fora d’água.
63. já participei de cantorias em ônibus de excursão da escola.
64. já escrevi em diário.
65. já tive vários blogs que não sobreviveram.
66. já perdi a hora dormindo.
67. já perdi o ponto do ônibus lendo.
68. já imaginei um milhão de vezes o que minha vida seria agora, se eu tivesse feito outras escolhas.
69. já fiz pessoas felizes, mesmo que por um tempo mínimo.
70. já amaldiçoei com todas as minhas forças o fato de usar óculos, na hora de um beijo.
71. já fingi que estava prestando atenção.
72. já fingi que não sabia o que estava acontecendo.
73. já tive um cágado, vários peixinhos de aquário, dois periquitos, um hamster, uma dálmata e Mel, de quem morro de saudade.
74. já peguei o ônibus errado.
75. já ganhei ingresso de cinema de grátis.
76. já assisti o mesmo filme 3 vezes no cinema.
77. já levei um fora, e dei vários também.
78. já desisti de certas coisas sem saber exatamente o motivo.
79. já fui pra a faculdade fazer nada.
80. já cometi gafes horríveis.
81. já rebolei em cima de uma cadeira dançando I Will Survive.
82. já misturei vinho branco com suco de uva de garrafinha, porque odeio vinho branco e quria que ele virasse vinho tinto.
83. já fui loira.
84. já paguei micos indescritíveis por causa de uma foto.
85. já morri de raiva, de amor, de saudade, de tristeza, e acabei descobrindo que sou uma das pessoas mais intensas que conheço.
86. já quis desesperadamente voltar pra casa.
87. já tive ímpetos de brigar feio com Deus por não ter as coisas que eu queria.
88. já assisti o mesmo filme mais de 20 vezes.
89. já passei um dia inteiro (talvez tenha passado outros dias, não lembro) sem comer nada sólido.
90. já fiquei séculos sem escutar uma música com medo das lembranças que ela poderia trazer.
91. já comi uma barra de chocolate inteira de uma vez.
92. já me machuquei fazendo trabalhos de faculdade (cortes, pequenas queimaduras etc), e tenho o maior orgulho das marquinhas que ficaram.
93. já estraguei roupas boas quando me meti a costurar.
94. já fiz palhaçadas com um ursinho inflável no Atacado dos Presentes, só pra aparecer.
95. já desisti de tentar manter viva uma amizade que não tem muito pra onde ir.
96. já enrolei pra caramba tópicos de listinhas.
97. já ganhei um prêmio.
98. já amei muito.
99. já copiei letras de música na agenda. Ainda faço isso ultimamente, mas de um jeito bem peculiar.
100. já desejei ter um namorado fofo que me mimasse completamente, mas quando ele ameaçou aparecer, percebi que o que eu quero é justamente o contrário.
101. já descobri que estou exatamente onde devia estar.

E me digam se acharam chato essa coisa de listinhas, que eu sei que tem gente que nem lê. Mas se quiserem, tem mais (na verdade, mesmo que todo mundo ache um saco, tem mais): 101 desejos, 101 coisas que não fiz, 101 lugares que quero conhecer, 101 top filmes, 101 dálmatas…

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sim, isso foi num local público.


(soundtrack: U2 – Beautiful Day)

viajar é preciso

aff. Nada de adiar mais. Infelizmente não vou escrever sobre nada do que foi listado no post de uns dias atrás… aff, parece que quanto mais os assuntos se acumulam, mais difícil fica escrever sobre muita coisa.

Ok. Viagem Recife-Salvador-Ilhéus. Sobrevivi a uma pequena atrapalhação no Aeroporto Internacional dos Guararapes, que fez a moça do check-in duvidar que eu tenho mesmo 18 anos (piada, né? logo quando eu já tava me sentindo A de maior viajando completamente sozinha de avião), e quase não consigo me despedir de meu pai, porque ele também teve que sobreviver a uma pequena atrapalhação na hora de estacionar. O vôo pra SSA quase foi perdido, porque depois de ir pra a área de embarque me distraí numa livraria, que por acaso era perto do portão 6 (meu portão era o 13, então não ouvi nenhum aviso de última chamada)… que tal?

Dei sorte de ir sozinha nas 3 poltronas até Salvador (tá vendo, mãe, fui de 1ª classe!!), o que rendeu fotinhas deliciosas da janela do avião. Chegando no Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães, poréeeem, o que me esperava eram 3 horas andando com aquela pequena mala pelo aeroshopping, com um saltinho nada confortável. Ai, as ânsias que eu tive de arrombar a própria mala e pegar um chinelo…


A parte boa: tinha uma livraria legal (de novo as livrarias) e fiquei me deliciando com a antologia completa dos Beatles, um livro deeeeeeeeeeste tamanho, pesaaaaaaaaado e caaaaaaaaaaro, desses que a gente fica até com pena de ler depois que compra, pra não estragar. Era impressionante a relação dos garotos de Liverpool com o LSD, engraçadíssimo! Não encontrei a explicação pra Lucy in the Sky with Diamonds, apesar disso. Descobri que John Lennon era o bad boy da turma, e que Ringo só entrou nos Beatles anos mais tarde, entre outras coisas porque já usava barba e tinha trocado de nome antes dos outros. Yoko é mesmo a viúva mais odiada do rock, mas não deu tempo saber o motivo. E fiquei morrendo de vontade de assistir o desenho Yellow Submarine, no qual a participação dos Beatles foi pouquíssima, na verdade, porque John queria uma coisa mais no estilo Disney, e no fim das contas o filminho ficou completamente psicodélico, apesar de ter se tornado um clássico infantil na época.


Liguei pra mamãe pra ter certeza que ela ia estar me esperando 5 horas mais tarde, pra vovó pra confirmar a surpresa (risinho maléfico) e finalmente fui fazer o check-in. Dessa vez não duvidaram da minha idade, haaa. Descobri depois uma lojinha de CDs, e fui lá namorar Carioca, acariciar o encarte, ver as letras e os olhos verdes de Chico, aaaaai… ainda deu pra escutar Dura na Queda (lembra, mãe? kkkkkkk), e aí já era a hora de embarcar. A gente passa mais tempo pra chegar do saguão até dentro do avião do que na viagem… nesse caso, ainda bem, porque eu tava doidinha pra chegar logo, e morta de sono, andando desde 5 da manhã.


A surpresa foi hilária, vocês podem ler no blog de mamãe. E depois do almoço, quem disse que eu ia dormir? Chegando em casa, redesign geral, porque estava a mesma bagunça que eu deixei há 6 meses. Que decepção. resumindo a tarde: trocar mesa de lugar, descobrir poeira, jogar um monte de papel no lixo (ô pena das arvorezinhas…), jogar um monte de CDs no lixo, descobrir mais poeira, não conseguir terminar nunca, descobrir mais poeira e finalmente deixar a sala mais ou menos apresentável, já que a gente tinha visita chegando (eu não sou visita, né) mais tarde. Visita essa que rendeu passeios fotográficos divertidíssimos pela cidade, e possivelmente uns quilnhos a mais (e eu que queria me controlar…)

Mas o começo-de-semana fica pra próxima, que tô, pra variar, morrendo de sono e muito muito muuuuuuuito chateada com uma pequena barbeiragem que fizeram no meu cabelo. Sem comentários e, principalmente, sem foto da bagaceira.

Fui!
(soundtrack: Luiza Possi – Seu Nome)